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segunda-feira, abril 11, 2005

Fazer amor em nome da ciência

Apesar do subcontinente indiano ter sido, até agora, relativamente poupado pela epidemia da SIDA, estimando-se o número actual de portadores da doença em menos de 1% da população, a batalha contra o vírus da imunodeficiência humana é levada muito a sério. A tal ponto que, ao longo dos próximos 12 meses, centenas de mulheres de Pune, a 150 Km de Bombaim, deverão fazer amor duas vezes por semana, no mínimo, afim de testar a segurança dos microbicidas que, a avaliar pelos resultados conseguidos nos macacos, poderão impedir a transmissão do vírus da SIDA. Para isso, assinaram um formulário através do qual se comprometem a participar num protocolo de investigação médica.
As mulheres indianas não atingiram ainda o nível de autoridade suficiente para conseguirem convencer os parceiros sexuais a usarem preservativos, o que as torna particularmente expostas a todo o tipo de infecções que os cônjuges possam trazer para casa. Os microbicidas constituem assim um meio seguro e discreto de se protegerem. Tratam-se de produtos inodoros, incolores e insípidos, pelo que nada obriga as mulheres a revelarem aos seus parceiros que os estão a usar.
Estima-se que este método poderá tornar-se o mais popular na luta contra a SIDA e que, ao longo dos próximos três anos, mais de 20 mil mulheres – sobretudo asiáticas e africanas – deverão testar diferentes produtos deste tipo.

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:: enviado por JAM :: 4/11/2005 09:15:00 da manhã :: início ::
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