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terça-feira, fevereiro 26, 2008

Camacho : me puedes llamar

Camacho não compreende porque é que o Benfica perde tantos pontos em casa. Eu também não. Quer dizer, se jogam tão mal fora como em casa porque é que só perdem pontos em casa? A questão é intrigante mas, ao contrário de Camacho, sou capaz de ter duas ou três ideias para mudar a coisa e para que não percam pontos em lado nenhum.
Sei que os campos de concentração estão um bocado mal vistos e haveria muita gente que não ia compreender a ideia. Talvez ainda não seja o momento de ir por aí. Pelo menos, antes de uma última tentativa.
Sem entrar em grandes detalhes, começaria por me inspirar no saudoso Jimmy Hagan e criar uma tabela de recompensas: um passe falhado, subir e descer 10 vezes as bancadas do Estádio da Luz; um corte mal feito, 20 vezes; um golo fácil falhado, uma sessão de treino intensivo contra a o pack avançado da equipa de rugby de Inglaterra. Estão a ver a ideia.
Depois de os jogadores já conhecerem de cor a distância entre a fila C do primeiro anel e a fila T do quarto anel e se encontrarem num estado de esgotamento físico compreensível, poderíamos passar à parte do trabalho psicológico individual: por exemplo, explicar detalhadamente ao Luís Filipe porque é que, para um jogador do seu nível técnico, não vale a pena tentar fintar junto da nossa área; explicar ao Luisão que o objectivo do futebol não é passar a bola para o lado e para trás até estarmos todos a dormir, para depois mandar um balão para o guarda-redes adversário; mostrar a Binya que é muito mais interessante para a equipa chutar na bola do que nas pernas com meias de uma cor diferente das suas (com exemplos práticos, se necessário); dizer ao Maxi Pereira que a ideia de um jogo de futebol é um bocadinho mais abrangente do que vestir uns calções, uma camisola vistosa e chuteiras e andar por ali no relvado. E por aí fora com os outros jogadores do plantel, num trabalho individual desgastante, certo, mas quão necessário.
Camacho: me puedes llamar. Se quiseres, podemos discutir isto mais em pormenor.

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:: enviado por U18 Team :: 2/26/2008 12:31:00 p.m. :: 0 comentário(s) início ::

sexta-feira, fevereiro 22, 2008

Uma desilusão o sr. Jokanovic

No sábado passado, a Sporttv passou meia hora com uma imagem branca onde, de vez em quando, se viam umas listas negras do Nacional e, com muito boa vontade, se vislumbrava um jogador do Guimarães (vestido de branco) e a bola (branca). Vi tudo.
Não é que o espectáculo fosse muito diferente do que é costume no que as pessoas normais teimam em chamar Primeira Divisão e que consiste em passar a bola devagarinho para o lado e para trás até adormecer o adversário e, quando menos se espera, reduzir a velocidade do jogo. Vi porque achei divertido o desespero do comentador ainda com menos visibilidade do que o zoom das câmeras e por ser uma variante interessante à monotonia da esmagadora maioria dos jogos do nosso Campeonato.
Não percebi bem porquê mas o árbitro interrompeu o jogo ao fim de 30 minutos (via-se tanto como no primeiro minuto) e mandou repeti-lo no dia seguinte. Não vi mas tenho sérias dúvidas de que tenha sido melhor do que na véspera e, disso tenho a certeza, não ficará na história do futebol nacional.
Porém, ficarão certamente na história as imagens do final do jogo em que o treinador do Nacional, o sr. Jokanovic, pareceu tentar agredir o treinador do Guimarães. Durante alguns nanosegundos ainda pensei que, na pessoa do sr. Cajuda por ser o treinador que estava mais próximo, o sr. Jokanovic quisesse simbolicamente e num gesto assimilável às bengaladas do Eça demonstrar toda a sua revolta pelos espectáculos paupérrimos e deprimentes que nos proporcionam os nossos clubes de futebol. Afinal, parece que não. É apenas mais uma história de “parto a cara” a quem me disse que me “partia a cara”.
Uma desilusão este sr. Jokanovic.

PS: Depois do que (não) vi no sábado, talvez não fosse má ideia que os jogos do Benfica se realizassem, obrigatoriamente, em noites de nevoeiro cerrado. Fica aqui a sugestão.

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:: enviado por U18 Team :: 2/22/2008 11:06:00 p.m. :: 0 comentário(s) início ::

sexta-feira, novembro 23, 2007

O injustiçado

Não há nada como o futebol para alimentar uma boa polémica. Tinha prometido a mim mesmo que não falaria mais de futebol neste blog porque implica sempre alguns insultos e o olhar reprovador da família e dos amigos. Temo, no entanto, que a minha fraqueza seja superior à minha vontade.
O meu amigo JAM (certamente influenciado por ser adepto do Sporting e portanto estar habituado a perder jogos que deveria ganhar facilmente) acha que Scolari tem razão e que não tem nada que responder a perguntas de jornalistas que não sejam de louvor. Eu acho que não.
Obviamente, os adeptos têm sempre expectativas muito altas em relação às suas equipas o que faz com que eu, por exemplo, apesar das miseráveis exibições do Benfica e da evidente falta de qualidade da equipa, continue com a expectativa irracional de que possam ser campeões da Europa. No caso da selecção nacional é diferente. Primeiro, porque os jogadores são de qualidade, jogam em boas equipas e são pagos ao nível dos melhores do mundo, depois porque o seleccionador não se cansa de repetir que já foi campeão do mundo, que é um dos melhores na sua profissão e que os objectivos são os quartos de final dos campeonatos do Mundo ou da Europa. Sendo assim, é normal que as nossas expectativas sejam elevadas e que, para quem tem como objectivo chegar aos quartos de final, seja normal que se qualifique primeiro para a fase final da competição. Logo, o simples facto de se qualificarem já não é suficiente para nos contentar. Há que o fazer, claro, mas jogando futebol ao nível do que apregoam ser capazes. Foi a pergunta de porque é que não o fazem (que muitos portugueses também teriam feito) que irritou Scolari não se percebe muito bem porquê.
Aliás, haveria outras perguntas em que seria interessante ouvir a opinião do treinador: que me lembre, Portugal nunca teve um grupo de qualificação tão fácil. Se não, vejamos: Portugal é 8° no ranking da FIFA, a Polónia é 23°, a Sérvia é 30° e a Finlândia 36° - dos outros nem falo porque são daquelas equipas para quem o futebol é fácil quando não têm a bola nos pés. Como é que com um grupo destes conseguiram não ganhar a nenhuma destas três equipas e acabar o último jogo de qualificação a sofrer contra uma equipa ao nível da Guiné ou da Costa do Marfim e a empatar o jogo sem golos? Conheço o discurso de que já não há equipas fáceis e todos são agora do mesmo nível. Se é assim, porque é que o Cristiano Ronaldo ganha mais num ano do que toda a equipa da Arménia junta? Não será que aos bons profissionais se paga melhor porque são precisamente melhores? E não terão que o demonstrar quando para isso são chamados? Ou será que entendem que basta jogar 15 minutos - como fizeram contra a Sérvia – e depois é só deixar passar o tempo? Ou que jogar na Arménia com frio, num terreno menos bom e contra uma equipa que correu como se o fisco português os perseguisse deveria ser proibido pela UEFA?
A não ser que se considere um feito futebolístico ganhar 4-0 em casa contra a Bélgica, há que ter muito boa vontade para encontrar um bom jogo de Portugal nesta fase de qualificação. É certo que esta equipa portuguesa está em remodelação e que há jogadores importantes indisponíveis. Scolari até poderia referir isso como justificação para exibições menos conseguidas. Não o fez. Preferiu a cena do injustiçado depois de nos ter feito a cena do macho latino a defender a “honra” ao murro.
Pouco me importa se Scolari está indignado ou não. Pagamos-lhe (e bem) para fazer o seu trabalho e para cumprir objectivos. Não lhe pagamos para ser mal-educado.

PS: A Inglaterra foi eliminada porque tiveram a brilhante ideia de escolherem um treinador que tinha no Middlesbrough jogadores sem muito talento mas com muita vontade, para treinar uma equipa com jogadores de grande talento mas sem vontade nenhuma de estarem ali.

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:: enviado por U18 Team :: 11/23/2007 02:58:00 p.m. :: 0 comentário(s) início ::

quinta-feira, novembro 22, 2007

Desta vez, Scolari tem razão

São compreensíveis as palavras de indignação de Scolari, ontem à noite dirigidas aos jornalistas: “Pelo amor de Deus, vou-me sentir desiludido por me qualificar? Eu estou é muito feliz. Alguns entendiam que a torcida do Porto não nos apoiava, mas deram um grande exemplo. Foram espectaculares, como são sempre. Será que vocês não conseguem ver nada de bom naquilo que nós fazemos? Será que só tem porcaria e ruindade no nosso trabalho?”.
É certo que Portugal ficou em segundo lugar no seu grupo (a um ponto do primeiro). É certo que sofremos que nem burros até ao último segundo de um jogo em que os nossos acabaram a colar a bola à bandeirola de canto com supercola3 (até quase se ter que arrancar a bandeirola). É certo que poderíamos ter aliviado as coisas muito mais cedo (em casa, contra a Sérvia e a Polónia, por exemplo).
Mas puxa! Agora que o pior passou, agora que a qualificação está no papo, o momento é de alegria (e os portugueses bem precisam dela). Para quê então continuar a massacrar o “pobre” Filipão? Não lhe chegou já o raspanço?
Se até a “grande” Inglaterra (o berço do futebol) ficou pelo caminho. Se Portugal foi dos poucos segundos classificados que deixou o terceiro a mais de três pontos de distância (muitos foram segundos à rasquinha)...
Por isso, caros senhores jornalistas: Desta vez, porque não se calam?

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:: enviado por JAM :: 11/22/2007 01:17:00 p.m. :: 0 comentário(s) início ::

domingo, outubro 21, 2007

A cor do rugby

E a África do Sul é campeã mundial de Rugby.
Como em qualquer campeonato de qualquer modalidade, ficarão sempre algumas interrogações sobre o mérito dos campeões: se tivessem jogado contra a Austrália ou a Nova Zelândia (com quem perderam nas Três Nações deste ano) teriam chegado à final? Se a arbitragem da final não tivesse tido algumas decisões infelizes, teriam ganho na mesma (atenção, não há aqui qualquer insinuação. Foi só isso mesmo, decisões infelizes)?
De qualquer maneira, a África do Sul foi das equipas mais regulares do princípio ao fim do campeonato, apresentou uma equipa impressionante quer individual quer colectivamente e… ganhou a final. Não há que lhes retirar uma gota de mérito nesta vitória.
A final foi mais ou menos o que se esperava: um espectáculo de alto nível a que só faltaram os ensaios para ser memorável. Um combate de avançados em que os ingleses encontraram (finalmente) um pack à sua altura. Ganhou quem soube aproveitar melhor as faltas do adversário e quem soube controlar melhor o jogo. Parabéns à África do Sul.
A questão que se coloca agora é o que vão fazer com esta vitória. Há já algum tempo que a polémica corre no país, com dirigentes do ANC a fazerem sucessivas declarações sobre a falta de representatividade da equipa nacional. Tradicionalmente, na A. do Sul o rugby sempre foi o desporto dos brancos enquanto o futebol é o desporto dos negros. Não tem que ser assim mas é assim. Como consequência, ontem, na equipa inicial, havia 13 brancos e 2 mulatos. Até agora, o treinador Jake White resistiu a todas as pressões e fez o que qualquer treinador deve fazer, ou seja, escolher o que considera serem os melhores jogadores para ganhar. Os resultados dão-lhe razão. Com a saída de White, as portas estão abertas para instituir uma espécie de sistema de quotas em que um maior número de jogadores negros entrará na equipa.
Em vez de aproveitar todo o dinheiro que, graças a esta equipa, tem entrado (e vai entrar) na Federação sul-africana para promover o rugby nos bairros negros e nas escolas e esperar pacientemente que uma politica de fundo e a demografia acabe por dar resultados, os dirigentes do ANC parecem preferir a solução fácil de impor uma maioria de jogadores negros na equipa independentemente da sua qualidade comparativa em relação aos brancos.
Ontem, como qualquer politico que se preze, Thabo Mbeki apropriou-se da vitória. Ele que também já mostrou o seu desagrado pela presença de tantos brancos na equipa nacional e que dá cobertura, implicitamente, ao sistema de quotas. Que aproveite bem este momento porque, a confirmar-se o que está anunciado, não se repetirá por muitos anos.

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:: enviado por U18 Team :: 10/21/2007 03:39:00 p.m. :: 0 comentário(s) início ::

sábado, outubro 20, 2007

O último tango em Paris

Com uma exibição feita de paixão, a Argentina conquistou o 3° lugar no Mundial de Rugby e deixou a França inteira a matutar como é que alguma vez lhes passou pela cabeça que podiam ser campeões do mundo.
Os argentinos pareciam contentes por estar na “final dos perdedores”. Pudera, fizeram o melhor Mundial de sempre com uma equipa de amigos e que soube ultrapassar os enormes problemas que o seu próprio país lhes colocou e que foram desde a falta de verbas até uma certa indiferença inicial do resto da Argentina.
Os franceses não. Passados os primeiros 25 minutos, quando a Argentina marcou o primeiro ensaio, os jogadores franceses pareciam não querer estar em campo, como se o sacrifício de jogar para o 3° lugar se tivesse tornado insuportável. O pesado resultado final de 34-10 é a consequência lógica destes estados de espírito.
Comandados por um Pichot imperial, com um Hernandez magistral, um Contepomi quase infalível e uns avançados que foram buscar bolas onde os franceses nem sequer poriam os pés, reduziram a estilhaços o “querer” francês de acabar bem o “seu” Mundial e que se provou estar muito mais nas declarações antes do jogo do que na cabeça dos jogadores.
O rugby francês vale muito mais do que mostrou. Se acabarem com os delírios psicológicos à Laporte, se o novo treinador perceber quais são as verdadeiras virtudes dos seus jogadores e se não fizerem de um jogo de Rugby um drama nacional, poderemos voltar a ter o prazer de ver a França a jogar espectacularmente como já o fez no passado.
Esperemos também que o mundo do Rugby perceba finalmente que precisa da Argentina a jogar em mais competições internacionais (o três nações do hemisfério sul, por exemplo) e que o Rugby argentino resolva os seus problemas com o país. Para que esta exibição não seja um último tango em Paris.

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:: enviado por U18 Team :: 10/20/2007 05:52:00 p.m. :: 0 comentário(s) início ::

segunda-feira, outubro 15, 2007

Como é que se diz “déjà vu” em francês?

Estávamos em 2003 e jogava-se a meia-final do Campeonato do Mundo de Rugby entre a França e a Inglaterra. A França era super favorita depois de um percurso imaculado jogando muitíssimo bem. A Inglaterra não tinha feito jogos particularmente inspirados e dizia-se que já era um feito estar na meia-final. A Inglaterra ganhou por 24-7.
Segundo consta, por culpa da chuva e de um certo Wilkinson.
No sábado, a história repetiu-se. A França jogava em casa onde não perdiam com os ingleses há 7 anos, tinham ganho os dois últimos jogos contra os ingleses confortavelmente e tinham acabado de mandar para casa a melhor equipa do mundo. Do outro lado, uma equipa inglesa de “velhos”, cujo único jogo decente neste Campeonato do Mundo os fez ganhar à Austrália e os pôs na meia-final.
A “terceira idade” inglesa fez o que os anciãos melhor sabem fazer: aproveitar os erros de juventude marcando um ensaio logo no segundo minuto de jogo; não se enervar com a reacção e a correria dos jovens que recuperam no resultado; ser paciente e acabar em beleza com um gesto do inevitável Wilkinson que todos sabiam que iria acontecer mas que ninguém foi capaz de contrariar. Sarkozy (que tinha descoberto uma paixão pelo Rugby) foi para casar meditar se afinal é mesmo verdade que “ensemble tout est possible” e a França inteira entrou em depressão. Pelo caminho, culpam o treinador, os jogadores e os ingleses. Parece que os ingleses fizeram essa coisa espantosa e inesperada de terem jogado “à inglesa” e a França não jogou “à francesa” o que quer que isso queira dizer.
Na outra meia-final, os Sul-africanos desembaraçaram-se com relativa facilidade de uma equipa argentina tão contente por ter chegado à meia-final que se esqueceu da disciplina que a tinha feito ganhar os jogos anteriores. Os boers, mesmo sem jogarem muito bem, foram tranquilamente acumulado pontos à medida que os argentinos se desintegravam como equipa. No final, um resultado lógico.
Faltam dois jogos para acabar o Campeonato do Mundo. O jogo de consolação é sempre triste para quem participa mas a França ainda tem o primeiro jogo, perdido contra os argentinos, atravessado na garganta e a Argentina quer provar que não foi por acaso que ganhou à França.
Na primeira fase a A. do Sul ganhou à Inglaterra por 36-0 (e, como dizem os ingleses, até tiveram sorte em marcar 0). Em teoria, são favoritos para a final. A Austrália e a França também o eram. O problema é que os ingleses só são mesmo bons quando não são fanfarrões e, sobretudo, quando os encostam à parede. Dois jogos a não perder.

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:: enviado por U18 Team :: 10/15/2007 03:01:00 p.m. :: 0 comentário(s) início ::

segunda-feira, outubro 08, 2007

Canal alternativo

Entre o Argentina-Escócia e o U.Leiria-Benfica, transmitidos quase em simultâneo, acabei por preferir o jogo dos quartos de final do Campeonato do Mundo de Rugby.
Com uma pequena lágrima de remorso na minha alma de benfiquista.
Felizmente existe um canal no cabo onde são transmitidos os jogos em diferido e assim pude assistir ao jogo do Benfica um pouco mais tarde. Não foi um jogo especialmente bem jogado mas pelo menos já vi os jogadores do Benfica correrem um pouco mais e interessarem-se pela baliza adversária.
Só não percebi porque é que, durante todo o jogo, estava escrito “1994” no canto superior direito do ecrã o que incomoda um pouco a visibilidade. Tirando esse pormenor, estou muito contente com as transmissões da RTP Memória. Espero que continue.

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:: enviado por U18 Team :: 10/08/2007 02:51:00 p.m. :: 0 comentário(s) início ::

Paciência, muita paciência, a França ganhou

Apesar de ainda ter na boca um certo sabor a “melão” pela derrota da minha equipa favorita — a Nova Zelândia, claro — este fim-de-semana regalei-me com os quartos de final do Campeonato do Mundo de Rugby. Quatro jogos com tudo o que um espectáculo desportivo deve ter: incerteza no resultado, surpresas, emoção e técnica.
Alguém deve ter lançado um mau-olhado aos “Blacks”. Exceptuando o primeiro Mundial, em que ganharam em casa, conseguem sempre perder um jogo decisivo quando são super favoritos. Creio que nem sequer percebem porquê. No sábado até nem sequer jogaram mal.
Pareceu-me apenas que os franceses tiveram mais vontade de vencer.
Até aqui tudo bem porque a França tem uma belíssima equipa e fez tudo o que era preciso para ganhar: vontade, disciplina e técnica. O pior é que depois temos que os aturar na vitória. Há povos que gerem mal a derrota, outros a quem é indiferente e... há os franceses quando ganham.
Eu explico: os ingleses ganharam o jogo, embebedaram-se e hoje já nem se lembram que ganharam. Os sul-africanos ganharam mas como se viram aflitos com os fijianos num jogo que pensavam relativamente fácil nem sequer se ouvem. Os argentinos estão contentes mas muito mais preocupados com a forma do Messi ou qual será o próximo centro de reabilitação em que o Maradona dará entrada.
Os franceses não. É sempre o mesmo: primeiro, minimizam-se até ao ridículo — ouvi um comentador francês afirmar na televisão que seria muito difícil para a França ganhar dado que é um país pequeno (!?) e a Nova Zelândia uma grande potência (!?) — depois durante semanas, meses, anos não se calam em como são os maiores, os mais bonitos e os mais fortes.
Tenho pena porque a França tem uma magnífica equipa e pratica um Rugby atraente. Não precisam de nos gritar constantemente às orelhas que são bons. Para a França inteira já são campeões do mundo e o jogo da meia-final e da eventual final não são mais do que meras formalidades incluídas nos festejos. A ver vamos.
No próximo fim-de-semana serão as meias-finais. Se o Argentina-A. do Sul promete ser um jogo bem disputado, o França-Inglaterra promete ser muito mais do que isso. Basta que os avançados ingleses tenham a mesma prestação que no sábado e que dêem a mesma coça aos franceses que deram aos australianos para que tenhamos um jogo épico e que o sonho francês acabe aí.
Inconveniente: a vitória do Rugby do físico e do combate.
Vantagem: Os franceses calam-se, entram em depressão e nunca mais ninguém ouve falar deles até 2008 no Campeonato Europeu de Futebol.

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:: enviado por U18 Team :: 10/08/2007 01:59:00 p.m. :: 0 comentário(s) início ::

sexta-feira, outubro 05, 2007

Much ado about nothing ft. Dida

O jogo estava praticamente no fim e o Celtic ganhava ao Milão por 2-1 quando um adepto escocês invadiu o relvado em busca do minuto de glória e, muito provavelmente, impelido por alguma quantidade de cerveja.
Ao passar pelo guarda-redes do Milão – Dida, tocou-lhe na cara num gesto que, a todos os que assistiram, se pareceu mais como uma manifestação de afecto do que com uma agressão.
O que fez o bom do Dida? Primeiro, deu dois ou três passos em perseguição do invasor, para depois se estatelar no relvado como se tivesse sido fulminado por um raio. Mãos na cara e um esgar de dor. Obviamente, com a intenção de provocar a punição do Celtic e uma eventual repetição do jogo. A comédia terminou com a saída de Dida em maca e a sua substituição.
Mesmo que o Óscar de Melhor Actor 2007 já esteja praticamente atribuído (apesar dos esforços de Cristiano Ronaldo e da maioria dos jogadores a actuarem no campeonato português), creio que há um equívoco no futebol: em vez de mandarem o Beckham para Hollywood, não seria mais inteligente se os clubes contratassem gente como a Scarlett Johansson? O espectáculo seria de melhor qualidade e, de um ponto de vista estético, muito mais interessante.

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:: enviado por U18 Team :: 10/05/2007 01:41:00 p.m. :: 0 comentário(s) início ::

segunda-feira, outubro 01, 2007

A 3ª parte

A seguir a um derby lisboeta não muito bem jogado e que terminou com um insípido empate sem golos, entrámos na 3ª parte do jogo. Ao que parece, o jogo só acabou em 0-0 porque o árbitro não assinalou 3 penalties claríssimos e mais 7 ou 8 discutíveis. Ou seja, o único elemento amador de uma organização que movimenta milhões de euros, é acusado de ter impedido que o espectáculo fosse de alto nível e que uma das equipas vencesse. A modesta exibição dos jogadores, as tácticas defensivas dos treinadores e a falta de jeito para colocar uma bola no fundo da baliza não contribuíram em nada para a pobreza do espectáculo. Foi o árbitro, ao não assinalar os penalties, quem provocou o nulo no resultado. Temo que esta terceira parte vá durar algumas semanas, ocupando horas de televisão e páginas de jornais (atenção ecologistas: há árvores abatidas para imprimir estas coisas). Já não há paciência.
Mesmo correndo o risco de aborrecer alguém com esta coisa do Rugby, não consigo evitar as comparações. Um pouco antes do derby lisboeta, houve um País de Gales-Fiji decisivo para a classificação das duas equipas. Com tudo o que o desporto profissional deve ser: incerteza no resultado, ritmo de jogo alucinante, bons gestos técnicos individuais e colectivos, entrega total dos jogadores e, obviamente, dois ou três erros de arbitragem que até poderiam ter tido influência no resultado. Só que, no Rugby, as terceiras partes servem para beber uma cerveja (ok, várias), falar de como se jogou bem ou mal e, muitas vezes, para confraternizar com os adversários. Nunca para discutir erros de arbitragem que só poderão ser decisivos para o resultado na medida em que os jogadores não façam aquilo para que são pagos, ou seja, jogar.
Tenho consciência que nem todos os jogos de Rugby são como o Gales-Fiji ou como o Argentina-Irlanda de ontem (que aconselho todos os que gostam de desporto a rever) mas também nem todas as equipas de futebol têm os mesmos meios que o Benfica ou o Sporting.

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:: enviado por U18 Team :: 10/01/2007 10:25:00 a.m. :: 0 comentário(s) início ::

terça-feira, setembro 18, 2007

Afinal sempre ganhámos à Nova Zelândia

O jogo de sábado entre Portugal e a Nova Zelândia teve o resultado que se esperava entre a melhor equipa do Mundo e a melhor equipa amadora do planeta. Apesar do desnível entre as duas equipas, nem os neozelandeses foram condescendentes ou paternalistas nem os portugueses foram ridículos. Ambiente fantástico, grande festa e algum espanto pelo facto de ainda haver um desporto que consegue pôr 40000 pessoas a assistir a um jogo em que o resultado final é conhecido antecipadamente.

Logo após o final do jogo e como é habitual, os jogadores das duas equipas que não
participaram no encontro entraram em campo para fazer alguns exercícios físicos. Também como é habitual, os neozelandeses tinham uma bola de futebol. Foi quanto bastou para que os jogadores portugueses os desafiassem para um jogo.

Para surpresa dos espectadores ainda presentes
e certamente para surpresa dos organizadores e jornalistas, um jogo do Campeonato do Mundo de Rugby com a presença da equipa favorita à vitória final e uma das mais profissionais do Mundo, terminou com uma peladinha entre as duas equipas. Resultado final: 2-1 para Portugal. Eu vi. Estava lá e não irei esquecer tão depressa a festa que foi este jogo.

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:: enviado por U18 Team :: 9/18/2007 12:56:00 p.m. :: 0 comentário(s) início ::

quarta-feira, setembro 12, 2007

Briteiros - Noticias Fracturantes

All Blacks dão jogo como perdido

Depois da formidável prestação do Rugby português contra a Escócia, o treinador da equipa da Nova Zelândia decidiu fazer alinhar 11 jogadores substitutos no jogo do próximo sábado contra Portugal. Na sua versão oficial, as razões desta espectacular alteração na equipa dos All Blacks prendem-se com a necessidade de colocar em campo jogadores menos utilizados e assim proporcionar-lhes tempo e ritmo de jogo. No entanto, em exclusivo mundial, o Briteiros está em condições de divulgar o verdadeiro motivo destas surpreendentes alterações.
Um emigrante português que trabalha na cozinha do hotel onde estão alojados os All Blacks e que é casado com a prima de uma vizinha amiga de uma pessoa conhecida do Briteiros, ouviu o treinador neozelandês desabafar para o seu treinador adjunto (a responsabilidade da tradução é do dito emigrante): “Viste como eles jogaram contra a Escócia!? Tamos f… já perdemos isto. O melhor é meter os gajos que nunca jogam e poupar os outros. Mais ponto menos ponto, tanto faz”.
Assim, no próximo sábado, a Nova Zelândia alinhará contra Portugal uma equipa constituída por alguns jogadores a recuperar de lesões recentes, outros sem grande ritmo de jogo e apenas 4 habituais titulares.
Algumas vozes da Federação Internacional e da Organização manifestaram preocupação pela integridade física dos jogadores. Graham Henry, treinador da Nova Zelândia, declarou, em conferência de imprensa, ter receio de lesões e esperar contar com a equipa na sua máxima força para o jogo seguinte contra os escoceses. Acrescentou ainda que é em jogos como este que as equipas menos competitivas podem progredir e estar muito contente por ter esta oportunidade de jogar contra Portugal. A seguir, tentou minimizar a questão das lesões declarando “Os jogadores são profissionais e estão habituados a estes confrontos. Não creio que haja problemas.”
Contudo, o Briteiros está em condições de informar que as preocupações do treinador neozelandês são bastante mais sérias do que quis deixar transparecer. Pessoa amiga ouviu-o dizer: “um país onde se pegam touros pelos cornos não devia ser autorizado a entrar no Mundial. Se conseguem parar uma besta de 500Kg, imaginem o que farão a jogadores que pesam, no máximo, 130!? É muito perigoso!”.

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:: enviado por U18 Team :: 9/12/2007 01:54:00 p.m. :: 3 comentário(s) início ::

terça-feira, julho 31, 2007

Crisálida

A ginástica rítmica é provavelmente o mais estético de todos os desportos. Disciplina olímpica desde 1984, tem como objectivo criar uma interacção harmoniosa entre o corpo humano e os aparelhos. Um misto de dança e de desporto, com piruetas acrobáticas executadas por princesas de extremada graça e elegância e que marcam um contraste com o habitual espectáculo das violências do mundo.

Na foto: a atleta mexicana Rut Galindo Castillo na final da prova de ginástica rítmica, nos jogos panamericanos do Rio de Janeiro, 27 de Julho de 2007.

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:: enviado por JAM :: 7/31/2007 01:40:00 a.m. :: 0 comentário(s) início ::

segunda-feira, julho 30, 2007

Domingo desportivo à moda do Iraque

Quando, em Agosto de 2004, Portugal, já com Cristiano Ronaldo, perdeu surpreendentemente por 4-2 contra o Iraque, no torneio de futebol dos Jogos Olímpicos, o treinador iraquiano disse que o triunfo iria fazer com que os iraquianos esquecessem por momentos a difícil situação que se vivia no país. Foi o que voltou a acontecer neste Domingo, apesar da situação que se vive no país ser ainda pior do que era em 2004. O golo de cabeça de Yunis Mahmud, no minuto 71, ficará na história por ter permitido ao Iraque vencer a Taça das Nações Asiáticas.

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:: enviado por JAM :: 7/30/2007 01:24:00 a.m. :: 0 comentário(s) início ::

sexta-feira, julho 27, 2007

A morte do «Tour de France»

Dantes ela era a grande missa do mês de Julho. A prova de todos os transes, como dizia Antoine Blondin, jornalista do “L’Équipe” e grande cronista do “Tour”, era então a celebração da coragem e do heroísmo. Dessa imagem piedosa e nostálgica só ficou o cortejo dos paroquianos apinhados ao longo das estradas, com as malas frigoríficas e os cestos de piquenique pousados nas bermas.
Agora, a volta à França não passa de uma via-sacra, com as suas etapas expiatórias que vão dando conta das ostentações enganadoras de Vinokurov, dos voos mentirosos de Rasmussen e de outras calamidades dos falsos anjos do pedal.
Devastado pelo doping, que ninguém, nem as uniões sagradas, nem os vampiros da UCI, parece capaz de erradicar, o “Tour” está morto. E no entanto, ainda ontem se gritava “Viva o Tour!”, com o presidente Sarkozy no palanquim.
Pensava-se que o mundo do ciclismo podia congraçar em torno de uma causa nobre. A luta contra o doping era um assunto que a todos dizia respeito. Era um logro. As lutas intestinas, a guerra do poder sustentada pelos sucessivos organizadores e pela própria União Ciclista Internacional nunca deixaram de meter pauzinhos nas rodas.
O “Tour”, que é um farol histórico, e a UCI, que deveria ser uma consciência, tinham todo o interesse em alinhar as rodas. Mas o primeiro obstina-se a fazer o seu show e a segunda continua a ser dirigida à ligeira. Para salvar o ciclismo é preciso intensificar a luta, cerrar fileiras, juntar forças e, sobretudo, suspender definitivamente todos aqueles que levam o ciclismo à morte, sejam eles corredores, dirigentes ou médicos.

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:: enviado por JAM :: 7/27/2007 12:35:00 p.m. :: 0 comentário(s) início ::

sexta-feira, abril 13, 2007

Futebóis

Não sei se ainda se recordam de como era o futebol inglês dos anos 90: um grupo de rapazes com pouco jeito para o futebol, tentavam, à vez, enviar a bola o mais longe possível enquanto todos os outros corriam (ao mesmo tempo) para o sítio onde ela poderia cair. Alguns (poucos) bons jogadores que tinham ido parar ao futebol inglês passavam os jogos no meio do campo a ver as bolas passarem-lhes por cima e quando, por acaso, a tinham nos pés eram imediatamente atropelados por um adversário encorpado, para gáudio do público e indiferença do árbitro que apitava “à inglesa”.
Enquanto isso, nas bancadas, outro grupo de rapazes ainda com menos jeito para o futebol mas mais tatuados e com mais litros de cerveja no estômago que os primeiros, aproveitava para malhar em tudo o que mexia antes, durante e depois dos jogos. De vez em quando, algumas mortes faziam com que a emoção fosse ainda mais intensa.
Apesar de haver mais acção no terreno do que num filme francês e mais drama nas bancadas do que em todos os filmes portugueses juntos, o futebol inglês entrou numa lenta agonia em que os resultados eram medíocres, qualquer pessoa de bom senso evitava os estádios e mesmo assistir a um jogo na televisão só se justificava para quem sofresse de insónias.
Esta situação durou alguns anos até que alguém, um pouco mais inteligente, se lembrou que o futebol era um espectáculo e que, para ser rentável, não poderia continuar assim. Vai daí, foram buscar os melhores jogadores e treinadores do mundo, correram com jogadores ingleses das equipas de topo, transformaram os estádios em locais confortáveis para as famílias e impediram a entrada dos vândalos do costume (mesmo que para isso tenha sido necessário criar um documento com fotografia o que, em Inglaterra, é o equivalente a obrigar um muçulmano a comer uma bifana). Resultado? – o melhor campeonato do mundo, estádios cheios e três equipas nas meias finais da Liga de Campeões.
É claro que nada disto tem a ver com o que se passa em Portugal. Por cá - onde até há uma certa quantidade de jovens com jeito - há muito que os estádios estão cheios e são um lugar onde apetece levar a família, que os jogos são de uma qualidade ímpar e as equipas portuguesas obtêm resultados internacionais de relevo com regularidade.
Por cá, se por acaso acontece algum problema nas bancadas, há sempre um Secretário de Estado do Desporto para "lamentar" os incidentes e fazer apelos à "normalidade". Por cá, ao contrário dos ingleses dos anos 90, no que toca ao futebol podemos dormir descansados.

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:: enviado por U18 Team :: 4/13/2007 03:51:00 p.m. :: 0 comentário(s) início ::

domingo, abril 01, 2007

Adeptos benfiquistas de acordo: O Porto é melhor

Nesta manhã do primeiro de Abril, dia do grande jogo do título, o Briteiros fez reportagem à porta do Estádio da Luz. Apesar de faltarem 12 horas para o grande clássico, muitos benfiquistas aproveitaram a manhã para desfrutar da Natureza, fazer desporto e conviver com a família junto ao monumento da 2ª Circular.
O sentimento generalizado é de que o FC Porto é muito melhor: mais equipa, melhores jogadores, melhor treinador e melhor presidente.
Um adepto, com uma bifana numa mão e uma Sagres na outra, boné, cachecol e bandeira, dizia-nos “O Sr. Pinto da Costa é um grande presidente. Não acredito nada que esteja envolvido nestas histórias do Apito Dourado. Quanto a mim é uma cabala para o lixarem. Há muita gente invejosa. Tomáramos nós ter um presidente assim”. Outro benfiquista, com um cartaz “Simão, dàme a tua camisola”, acrescentou: “O Benfica hoje não tem a mínima. Eles jogam muito melhor e o Campeonato fica bem entregue. Até o Sporting é melhor. Se ficarmos em terceiro já não é mau.”. “E o árbitro?” – perguntámos a uma senhora vestida de vermelho com uma folha A4 na mão onde se lia “Nuno, te amo. Dá-me as tuas peúgas”(!?): “O árbitro é muito honesto e, se prejudicar o Benfica, é mesmo por que se enganou. Os árbitros são o melhor do futebol português”. Outro senhor, que se identificou como motorista de táxi e sócio do Benfica desde o dia em que nasceu, fez questão de nos dizer “Apelo aos benfiquistas para não assobiarem nem insultarem os jogadores do FC Porto nem o árbitro. Há que ser desportista e ter fair-play. Há coisas mais importantes na vida que o futebol e eles são melhores”. A claque dos No Name Boys, reunida à nossa volta, aplaudiu.

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:: enviado por U18 Team :: 4/01/2007 09:31:00 a.m. :: 1 comentário(s) início ::

segunda-feira, março 26, 2007

Consequências inesperadas

A pesada derrota da equipa belga de futebol contra Portugal já teve consequências no “plat pays”: Dewinter, dirigente do partido flamengo de extrema-direita Vlaams Belang, atribui a derrota a uma falta de sentimento nacional da parte dos jogadores. Propõe, por isso, a criação de uma equipa flamenga e outra francófona.
Esperemos que a selecção portuguesa não perca em Belgrado. O Alberto João (sempre pronto a abraçar as grandes ideias) poderia querer uma equipa para a Madeira e nós precisamos do Cristiano Ronaldo.

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:: enviado por U18 Team :: 3/26/2007 03:13:00 p.m. :: 0 comentário(s) início ::

segunda-feira, março 19, 2007

O futebol pode ser um desporto muito ingrato

Que o diga Armando Pantanelli, guarda-redes do Catania, após o jogo de ontem contra o Reggina:

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:: enviado por JAM :: 3/19/2007 08:17:00 p.m. :: 0 comentário(s) início ::